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Como a Fercopor centralizou a gestão de obras e reforçou o controlo financeiro dos projetos

2026-07-03

A gestão de obras em promoção imobiliária exige controlo, previsibilidade e informação fiável. Na Fercopor, promotora imobiliária com mais de 40 anos de experiência, esta necessidade tornou-se mais evidente com o crescimento da empresa e com o aumento do número de projetos simultâneos.

Em entrevista à Winsig, Nelson Pereira, CFO da Fercopor, explicou como a empresa passou de uma gestão com informação dispersa para uma gestão mais centralizada com o Cegid PHC e o add-on WIN Construção.

 

Como centralizar a gestão de obras numa promotora imobiliária?

A centralização passa por deixar de trabalhar com informação dispersa entre departamentos, ficheiros e pessoas, e concentrar os dados de obra numa plataforma integrada.

Numa promotora imobiliária, essa centralização deve incluir orçamento, custos, subempreitadas, encomendas, autos de medição, fornecedores, relatórios e acompanhamento financeiro. No caso da Fercopor, o Cegid PHC e o WIN Construção permitiram criar essa ligação entre administração, financeiro, engenharia, fornecedores e obra.

 

A Fercopor e a exigência da promoção imobiliária de gama alta

A Fercopor é uma promotora imobiliária que atua no segmento de gama alta. A empresa conta com mais de 40 anos de experiência e mantém uma atuação marcada pelo rigor, pela qualidade e pela atenção ao cliente.

Atualmente, está presente em quatro localizações: Vila do Conde, Porto, Lisboa e Vilamoura. Segundo Nelson Pereira, o crescimento da empresa tem sido consolidado e reconhecido pela qualidade dos projetos entregues ao mercado.

A origem da Fercopor está ligada à visão empreendedora do seu fundador, Comendador Alberto Ferreira da Costa. Hoje, a empresa já está na segunda geração da família à frente da administração, mas mantém o foco na qualidade e na excelência na relação com o cliente.

A empresa começou com projetos mais pequenos em Vila do Conde e no Porto. Mais tarde, entrou nos mercados de Lisboa e Vilamoura, onde os seus projetos passaram a refletir a evolução natural da marca e o reconhecimento conquistado ao longo dos anos.

 

O desafio: gerir projetos com ciclos longos e riscos acumulados

Na promoção imobiliária, o ciclo de um projeto é longo. Nelson Pereira explica que, desde a aquisição do terreno até à escritura e entrega das frações, o percurso pode durar entre quatro e seis anos.

Este prazo alargado aumenta a exigência sobre a gestão. Ao longo do projeto, acumulam-se riscos, variáveis de custo e alterações que podem afetar o plano de negócios.

Por isso, para a Fercopor, é essencial antecipar desvios o mais cedo possível. O acompanhamento da obra tem de ser rigoroso para que qualquer variação de orçamento ou de custo possa ser identificada e tratada em tempo útil.

Nelson Pereira, CFO da Fercopor, resume bem esta necessidade: os custos e o plano de negócios têm de ser atualizados sempre que exista uma variável relevante. Só assim, a empresa consegue tomar decisões com antecedência e acomodar variações no plano financeiro de cada projeto.

 

Informação dispersa: o problema antes da parceria com a Winsig

Antes da parceria com a Winsig, a informação existia e era trabalhada, mas de forma fragmentada. Com o crescimento da empresa e o aumento do número de obras em simultâneo, a Fercopor percebeu que precisava de organizar melhor os seus processos de gestão e os seus canais de informação.

Quando a informação não está centralizada, surgem dois riscos: o primeiro é a perda de informação; o segundo é a existência de diferenças entre os dados provenientes de várias fontes.

Para uma empresa que gere projetos com ciclos longos e valores relevantes, esta fragmentação torna-se um risco de gestão. A informação pode existir, mas se estiver repartida por várias ferramentas ou concentrada em pessoas específicas, perde fiabilidade e dificulta a tomada de decisão.

Foi esta necessidade, de concentrar a informação numa plataforma, que levou a Fercopor a reavaliar internamente as suas ferramentas de gestão e apostar no Cegid PHC e no WIN Construção.

 

A entrada da Winsig e a implementação do Cegid PHC

A relação com a Winsig teve início com a implementação do Cegid PHC nas áreas administrativa e financeira.

A Fercopor já conhecia o Cegid PHC, pelo que a escolha da Winsig surgiu de forma natural para apoiar esta implementação. Para Nelson Pereira, a mais-valia esteve na capacidade da Winsig em adaptar a solução à realidade da empresa, às suas necessidades e à sua forma de gerir o negócio.

Mais tarde, quando surgiu a necessidade de implementar o WIN Construção, essa decisão voltou a acontecer de forma natural. O Cegid PHC já era a base de informação da empresa e o WIN Construção veio acrescentar uma camada ligada à gestão de projeto, produção e engenharia.

A experiência de implementação com a Winsig manteve o padrão de qualidade e profissionalismo referido pela Fercopor.

 

Porque é que a Fercopor adotou o WIN Construção

A adoção do WIN Construção esteve diretamente ligada ao crescimento da Fercopor e ao volume de obras em curso.

A empresa trabalha com mais do que um modelo de construção, mas o modelo que levou à adoção do WIN Construção foi a administração direta. Neste modelo, em vez de contratar um empreiteiro geral responsável por toda a edificação, a Fercopor gere a obra através de uma equipa interna e subcontrata as várias especialidades.

Isto obriga a um conhecimento rigoroso de cada fase da obra, de cada subempreitada, dos orçamentos, dos desvios e da gestão de fornecedores.

Neste contexto, a gestão financeira da obra não podia continuar a depender de várias ferramentas. Era necessário um sistema de gestão integrado e organizado, capaz de acompanhar a área financeira da obra e de a ligar às áreas administrativa e financeira da empresa.

 

O que mudou com o WIN Construção

Segundo Nelson Santos, o processo antes e depois do WIN Construção é “totalmente diferente”.

A Fercopor passou a utilizar o WIN Construção na área de engenharia para acompanhar o processo desde a elaboração do orçamento até à gestão dos parceiros e fornecedores.

Entre os exemplos referidos pelo CFO da Fercopor estão a geração automática de contratos de subempreitada, o envio desses contratos para os subempreiteiros, a criação de encomendas e a geração de autos de medição.

Com esta mudança, a informação passou a estar mais centralizada e organizada. Como consequência, os dados obtidos e os relatórios gerados ganharam maior fiabilidade.

Para uma empresa com várias obras em simultâneo, esta centralização é primordial. Permite reduzir discrepâncias, acompanhar melhor os desvios e garantir que a informação de gestão tem qualidade.

 

Uma parceria assente em conhecimento e adaptação

Para a Fercopor, uma das principais mais-valias da Winsig foi a capacidade de juntar conhecimento setorial, boas práticas e adaptação à realidade concreta da empresa.

A Winsig já conhecia o Cegid PHC, mas também foi capaz de compreender o modelo de negócio da Fercopor, e quais os desenvolvimentos necessários para responder à sua forma de trabalhar.

Quando o WIN Construção entrou no projeto, esse conhecimento acumulado permitiu uma evolução mais coerente. A solução passou a servir a direção de engenharia e de projetos e a dar continuidade ao trabalho realizado na área financeira.

 

A digitalização como condição para continuar no mercado

Para Nelson Pereira, a digitalização já não deve ser vista como uma opção: “A digitalização hoje em dia não é uma opção. É uma realidade de quem quer estar presente no mercado de uma forma evolutiva e atualizada.”

Esta visão resume bem o caminho seguido pela Fercopor. A empresa não procurava apenas uma nova ferramenta. A Fercopor procurava uma forma mais fiável de gerir informação, controlar projetos e acompanhar a evolução financeira das obras.

Num setor como o da promoção imobiliária, em que os ciclos são longos, os riscos se acumulam e as decisões têm impacto ao longo de vários anos, a concentração da informação tornou-se uma condição para uma gestão de excelência.

 

Centralizar a gestão de obras: o que este caso mostra

O caso da Fercopor mostra como o crescimento de uma promotora imobiliária exige mais estrutura, mais controlo e maior fiabilidade da informação.

Com a implementação do Cegid PHC e, mais tarde, do WIN Construção, a Fercopor passou a ter uma base mais organizada para acompanhar a gestão financeira das obras, os contratos de subempreitada, as encomendas, os autos de medição e os relatórios de apoio à decisão.

A diferença está na capacidade de ligar áreas que antes podiam funcionar de forma separada: administração, financeiro, engenharia, fornecedores e obra.

Se a sua empresa gere várias obras em simultâneo e precisa de maior controlo sobre custos, fornecedores, autos de medição e informação de projeto, fale com a Winsig e conheça o WIN Construção.

Ana Lopes

Ana Miguel Lopes

Corporate journalist

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