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Enforce: Evolução da diversidade energética

2024-04-12

A visão pioneira de João Nuno Serra levou-o a fundar, em 2001, a Enforce que começou por se dedicar a realizar projetos de engenharia. Atualmente desenvolvem projetos que vão desde a engenharia de infraestruturas elétricas e de telecomunicações até à mobilidade elétrica e ao armazenamento e geração de energia.

 

João Nuno Serra Enforce

João Nuno Serra, CEO da Enforce

Nesta entrevista, João Nuno Serra, CEO da Enforce, partilha insights sobre os desafios que encontrou neste caminho e as soluções que impulsionaram o crescimento e a diversificação da empresa ao longo dos anos.

 

A Enforce surge em 2001. Como descreve a sua evolução?

A Enforce teve origem como uma sociedade limitada em meu nome, em 2001, com a perspetiva de desenvolver projetos de engenharia ligados às áreas da energia e telecomunicações. Na altura fazíamos projetos de especialidade, nomeadamente projetos de infraestruturas elétricas, de telecomunicações, climatização, entre outros. Adicionalmente tratávamos das auditorias energéticas, sobretudo no setor da indústria, porque, na altura, eu era auditor energético certificado para esta área. Mais tarde, quando surgiu a legislação relativa à certificação energética nos edifícios de serviços, tornámo-nos peritos qualificados para fazermos essas certificações. Hoje, a Enforce, mantém esse serviço ativo, através do departamento de engenharia, com todas as valências que referi. Em 2006, crescemos e a sociedade limitada passou a chamar-se Enforce - Engenharia da Energia, S.A.

 

O departamento de engenharia responde a que áreas da Enforce?

Esse departamento abarca uma área que surgiu na empresa, em 2011, na sequência do desenvolvimento de uma patente ligada à mobilidade elétrica, que pretendia desenvolver um carregador para os veículos elétricos e instalá-lo numa estação de carregamento que, por sua vez, seria alimentada por um sistema fotovoltaico. Para o desenvolvimento deste projeto contratámos uma parte da assistência técnica da Universidade da Beira Interior, tivemos uma equipa pluridisciplinar e conseguimos alcançar uma patente nessa área que ficou registada nos Estados Unidos da América; na Europa a patenteação ficou pendente devido a processos burocráticos e complexos.

 

Até que ponto este projeto teve impacto no crescimento da Enforce?

O desenvolvimento desse projeto foi um ímpeto muito relevante para que hoje tenhamos consolidada uma área dedicada à mobilidade elétrica. Este projeto foi reconhecido internacionalmente pela Tesla que, em 2016, nos contactou para sermos os responsáveis pela construção das estações de super carregamento da marca em Portugal. Iniciámos este caminho com a estação de super carregamento em Fátima, a primeira em Portugal, com 8 unidades e atualmente já conta com 14, entretanto aumentámos o número de carregadores na Mealhada e noutras estações no território nacional. Para além da Tesla, desenvolvemos e implementámos os projetos de todas as estações de super carregamento da Ionity em Portugal.

 

Como é que se processa a implementação das estações de carregamento?

Tudo começa com o desenvolvimento do projeto de licenciamento que, muitas vezes, tem de ser enviado para o município ou para o concessionário da autoestrada, dependendo do local onde pretendemos instalar a estação de carregamento. Após esta autorização passamos para a fase seguinte desde a obra civil, eletrificação, passando por todos os passos até chegar à obra final. Entregue a obra ficamos, por norma, com uma parte da operação e manutenção.

 

Considera que a Enforce tem especial apetência para gerar e implementar novas ideias?

Cultivamos e incentivamos os colaboradores a darem azo à sua criatividade e gerarem ideias. As mesmas são analisadas por um grupo diretivo que estuda a sua viabilidade, mas antes o mentor analisa a sua ideia através de uma autoavaliação, ou seja, temos um esquema de autoavaliação que permite que o mentor fique com uma visão real de como se aplicará a sua ideia. Algumas são de rápida implementação e começam a ser visíveis num curto espaço de tempo, mas existem outras que, devido à sua complexidade, exigem a criação de um grupo de trabalho pluridisciplinar; outras vezes há necessidade de protocolar o apoio ao desenvolvimento dos projetos por parte de instituições de ensino superior, depende da complexidade em materializar a ideia. Felizmente já temos vários exemplos de ideias que foram concretizadas, dentro da Enforce, e dos quais nos regozijamos, resultado do trabalho de equipa entre todos os departamentos.

 

Images                       Enforce Horizontal Verde

 
A Yes Energy: Eletricidade e Gás foi o resultado de uma dessas ideias?

A ideia peregrina que surgiu era assente na visão de criar a “EasyJet” da energia. Queria criar uma empresa que aproveitasse as tecnologias de informação de forma a desmaterializar os processos convencionais (contratação, relacionamento com o cliente) e vender energia de forma diferente e mais barata do que os principais players do mercado. Assim surge a Yes Energy, a comercializadora de energia detida pela Enforcesco, um spinoff da Enforce, que foi criada com o intuito de termos uma empresa de comercialização de energia; daí as siglas ESCO - Energy Service Company. Fomos a primeira empresa deste modelo low cost de comercialização de energia a surgir no mercado e a seguir a nós, chegou uma vaga de novos comercializadores. Nós fizemos o nosso caminho: continuamos a crescer e com objetivos ambiciosos para os próximos quatro anos.

 

Acredita que o futuro passa pela transição energética de veículos e máquinas para energias mais sustentáveis?

A transição que se está a fazer, nomeadamente ao nível dos veículos elétricos tem estado a evoluir positivamente e acredito que poucas serão as transformações que não poderão transitar para o consumo elétrico. Atualmente, e em termos tecnológicos, já quase tudo pode ser feito com a fonte de energia elétrica, tal como o aquecimento da água ou até fazer vapor. Há muitos processos industriais que precisam de calor e que, neste momento, ainda não existe tecnologia eficiente que possa substituir essa fonte de calor por eletricidade. A eletricidade tende a ser 100% renovável, mas ainda há necessidade de utilizar o gás natural para gerar eletricidade de forma a responder às necessidades do consumo.

 

 Na sua opinião, quais são os principais desafios da eletrificação?

A acumulação de energia é um dos grandes desafios para que possamos utilizar energia 100% renovável. Até há pouco tempo, acreditava-se que a acumulação de energia se fazia através das barragens, mas com a produção de energia através das eólicas e do solar começaram a ser pensadas e desenvolvidas outras soluções que passam pela acumulação da energia excedente em baterias. O desenvolvimento das baterias tem vindo a evoluir rapidamente devido ao impulso criado pela indústria dos veículos elétricos, logo, a tecnologia das baterias para as habitações e para os painéis solares também têm vindo a evoluir rapidamente e de forma a serem cada vez mais eficientes.

 

A Enforce já pensou nalguma solução para a acumulação de energia?

Somos membros fundadores do Battery Cluster Portugal que é uma associação sem fins lucrativos que incentiva a investigação, o desenvolvimento e os negócios relacionados com sistemas de armazenamento de energia e que foi originado pelo INL - Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia. O Battery Cluster fez uma candidatura às agendas mobilizadoras do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência para poder apoiar projetos na área do armazenamento de energia. A Enforce tem dois projetos aprovados, mas um deles assume especial relevância, uma vez que consiste em testar a acumulação de energia das centrais fotovoltaicas em baterias e despachar a energia para a rede nas horas de maior pico de consumo.

 

Qual é o problema e como propõem resolvê-lo?

Atualmente, quando há sol, as centrais estão a produzir energia e o excedente é injetado na rede e quando há maior pico de consumo (à noite) é necessário recorrer a outras fontes de energia para responder à procura. A ideia é que, quando não houver necessidade de consumo de energia, a mesma passa a ser acumulada nas baterias para poder responder à necessidade de consumo nas horas em que já não há sol. Ainda dentro deste projeto, queremos testar duas tecnologias de bateria: uma de lítio e outra de vanádio. Este último é uma tecnologia que serve as aplicações industriais à escala que pretendemos.

 

Existe, na Enforce tem um departamento de I&D?

Desde 2010 que implementámos o sistema de gestão da IDI – Investigação, Desenvolvimento e Inovação e estamos a trabalhar para receber a certificação (estamos a retomar o ciclo da certificação que foi quebrado na altura da pandemia). Mesmo assim, mantivemos o sistema vivo, com a equipa a trabalhar e a desenvolver novos projetos. Em 2018 criámos uma figura dentro da empresa chamado LabForce que é uma espécie de área do IDI dentro da Enforce, que consiste num laboratório que interage com as diferentes áreas da empresa.


O LabForce é a força motriz para a geração de ideias na Enforce?

O LabForce foi criado porque acreditamos que as equipas de desenvolvimento de novos projetos, produtos e soluções, têm de ser compostas por pessoas que estão diretamente ligadas às operações da empresa e não apenas pessoas que estão dentro de gabinetes a desenvolver projetos sem nunca terem tido experiência no terreno. Os departamentos de inovação e desenvolvimento das empresas têm, na minha opinião, de ser compostas por pessoas que lideram e gerem os projetos, a par com as pessoas que lidam com as dificuldades diárias para as quais querem ajudar a criar soluções. Desta forma, as soluções podem ser testadas e maturadas ao ponto de, quando forem implementadas, resolverem definitivamente os problemas/dificuldades. Se a solução, produto, projeto ou ideia for passível de ser utilizada fora do ambiente Enforce, estudamos a viabilidade de ser patenteada.

 

Conseguem manter o foco nos projetos internos, mesmo quando têm projetos de clientes e deadlines para cumprir?

Quem lidera tem de ter a capacidade de manter a equipa no eixo central de forma a poderem apresentar soluções atempadamente porque não devemos subestimar a concorrência e a sua capacidade de, tal como nós, poder criar produtos, soluções e ideias. Testámos vários modelos de desenvolvimento e chegámos à conclusão de que não podemos produzir quando temos vários projetos em mãos e que os projetos dos clientes têm sempre prioridade em relação aos projetos internos. Para colmatar este facto, criámos a figura do Driver que é uma pessoa nomeada responsável pelo projeto cujo cliente é a Enforce. Assim, o Driver motiva a equipa a trabalhar no projeto e conseguimos gerar ideias concretizáveis dentro da empresa.

 

O fotovoltaico continua a ter um peso relevante na atividade da Enforce?

O fotovoltaico tem e terá sempres um peso relevante na Enforce. Iniciámos em 2004, antes de apostarmos na mobilidade elétrica, e fizemo-lo através de um projeto europeu, com um consórcio internacional, liderado pela empresa espanhola Acciona, a TotalEnergies de França, a Elektro Primorska da Eslováquia e a Enforce de Portugal.

 

Em que consistia esse projeto?

Propusemos desenvolver um seguidor solar, usando painéis fotovoltaicos e prismas de espelho, com o intuito de duplicar a concentração solar no painel. Pretendíamos duplicar a produção solar, quando comparada com o modelo convencional. Foi um projeto apoiado pela União Europeia, mas como encontrámos problemas técnicos ao nível dos materiais, uma vez que estes não conseguiam resistir à temperatura que os painéis alcançavam, tivemos de abandonar o projeto porque nenhum fabricante garantia a durabilidade dos painéis. Apesar disso, mantivemos as excelentes relações empresariais com a Acciona.

 

Essas relações comerciais são profícuas?

Em 2007, quando a Acciona decidiu fazer o projeto fotovoltaico na Amareleja, a Enforce foi a empresa que desenvolveu os projetos para essa central. Nessa altura, existiam poucos projetos deste foro e a Enforce já estava a trabalhar naquele que foi, durante muitos anos, o maior projeto de implementação de painéis fotovoltaicos em Portugal. Com a entrada em vigor da legislação da microprodução de energia decidimos que podíamos aplicar os nossos conhecimentos de engenharia para desenvolver projetos de construção de centrais fotovoltaicas, como de centrais de microprodução, e agora construímos centrais de produção desde 5 kW até 5 MW em autoconsumo.

 

O facto de ter abraçado a área da energia no início do ano 2000 foi vantajoso para a Enforce?

Começámos cedo a trabalhar na área da energia, o que nos ajudou imenso a abraçar projetos como os que temos hoje: os projetos das centrais de produção fotovoltaica e do desenvolvimento de baterias para o consumo doméstico e industrial. Nada acontece por acaso e, hoje, tudo o que temos na Enforce surge de uma semente criada por nós. Vejamos o caso da patente que nos lançou na mobilidade elétrica, a “EasyJet” da energia que nos levou à criação da Yes Energy - que é um sucesso na sua evolução e crescimento na comercialização de energia – e atuamos no mercado da energia solar porque, em 2004, decidimos arrancar com um projeto de energia renovável, neste caso, o solar fotovoltaico.

 

A internacionalização faz parte dos vossos planos?

O plano de internacionalização passou por algumas geografias, mas resolvemos abrir um escritório comercial em Espanha para responder às solicitações de projetos de centrais fotovoltaicas e também temos alguns projetos de mobilidade elétrica. Atuamos em toda a Espanha, já concretizámos projetos em Barcelona e, neste momento, estamos a implementar projetos em Santander.

 

O hidrogénio faz parte dos vossos projetos de energia limpa?

Estamos a iniciar um projeto-piloto na área do hidrogénio. Submetemos uma candidatura ao IPCEI Hidrogénio (Projeto Importante de Interesse Europeu Comum) para produção de hidrogénio verde à escala industrial, em 2020, em parceria com a PRIO, mas esses projetos ainda estão em avaliação por parte União Europeia. O projeto tem uma potência de 50 MW e, constitui-se em gerar energia elétrica numa central fotovoltaica, usar essa energia para fazer a eletrólise da água, produzir o hidrogénio e injetá-lo na rede; o oxigénio sobrante será vendido no respetivo mercado. A particularidade deste projeto prende-se com o facto de a água usada ser de reutilização, ou seja, é proveniente das ETARs; nesse sentido, celebrámos um acordo com a entidade Águas de Portugal e conseguíamos fechar o ciclo de reaproveitamento.  Como ainda não sabemos os resultados e que progresso irá ter o projeto submetido no âmbito do IPCEI, avançámos com outro projeto, de 4.2 MW, com outro parceiro, e que, neste momento, está em desenvolvimento com os mesmos moldes, mas numa dimensão mais pequena. A produção será para injetar na rede e/ou para ser transportada e utilizada nas indústrias.

 

O hidrogénio poderá vir a ser uma energia cada vez mais utilizada?

O hidrogénio é um vetor energético relevante e como nos posicionamos na produção de energia limpa, através dos painéis fotovoltaicos, pretendemos apostar neste segmento. Portugal tem um enorme potencial para produzir hidrogénio porque tem sol e vento, dois fatores relevantes para a sua produção, e como vai ter abundância de energia renovável, essa energia vai ter de ser escoada e aproveitada. Mesmo com a transição na mobilidade elétrica, vão existir sempre veículos a combustão e a questão da descarbonização poderá vir a ser ultrapassada através da utilização de combustíveis sintéticos. 2050 é o ano da descarbonização e todos temos de trabalhar nesse sentido. A PRIO tem um projeto deveras interessante que consiste em misturar o hidrogénio no combustível utilizado atualmente e construir um combustível novo, que se chama HVO. No fundo, pretende descarbonizar a gasolina e o gasóleo através da utilização de hidrogénio.

 

Existe alguma área que tenham identificado a necessidade de intervir?

Estamos a começar a apostar na sustentabilidade das atividades agrícolas, nomeadamente no agrivoltaic. Este conceito pretende ajudar a resolver algumas obras do ponto de vista de implantação de painéis solares que são pura poluição visual e, por outro lado, acabar com a competição pelo espaço entre os painéis fotovoltaicos e a atividade agrícola. O agrivoltaic tem a vantagem de poder usar terrenos que estão vedados à implantação de painéis solares, como é o caso das áreas agrícolas e podem começar a ser usados se for com o propósito de proteger as espécies autóctones ou promover o crescimento de outras espécies de plantação agrícola. Há vários países que estão muito avançados na aplicação do agrivoltaic e que apresentam resultados muito promissores não só no crescimento de algumas espécies por causa do sombreamento que estas instalações providenciam às plantas, mas também na poupança de água e na diminuição da utilização de fertilizantes e seus derivados. Na nossa região temos uma realidade que tem imenso potencial para a aplicação do agrivoltaic que são os cerejais. Como é um fruto muito delicado e sensível, os cerejais podem beneficiar do sombreamento e da proteção contra as intempéries (chuvas fortes e granizos) por parte dos painéis fotovoltaicos.

 

A Enforce é uma força de geração de novos projetos. Existe algum que esperem ter resposta em breve?

Aguardamos o resultado dos projetos do Batery Cluster, das agendas mobilizadoras, no qual pretendemos ter uma solução para a acumulação da energia geradas pelas centrais fotovoltaicas em baterias. A questão prende-se com a capacidade de armazenar a energia gerada durante o dia, enquanto existe sol, que é precisamente quando a procura pela energia á mais baixa. Contamos ter as conclusões deste projeto em 2025, uma vez que já está a ser implementado e estamos a fazer o investimento no valor de 2,8 milhões de euros; temos em andamento outro projeto que pretende medir a acumulação do autoconsumo nas residências particulares. Se analisarmos o mercado, concluímos que existem baterias e painéis fotovoltaicos, contudo, não existe a solução de engenharia que agregue estas valências e as ponham a funcionar.

 

Considera a Enforce é uma empresa polivalente e sinérgica?

A Enforce é o elemento integrador que encontra a solução de engenharia que agrega os componentes que existem no mercado para que o ciclo comece a funcionar. Achamos interessante a simbiose entre as diversas atividades a que nos dedicamos e mostramos interesse em conhecer melhor, por isso temos a atividade de geração de energia com a integração paisagista e com a proteção das plantações agrícolas. Quando se pensam as coisas de uma maneira mais holística e harmoniosa conseguimos ter o melhor de dois mundos.

 

Ana Lopes

Ana Miguel Lopes

Corporate journalist

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